Veja a lista dos ganhadores que vão assistir ao show da turnê do Prêmio da Música em Belo Horizonte (MG), no dia 28/5, e vão conferir de perto Beth Carvalho, Dudu Nobre, Mariene de Castro, Altay Veloso, Arlindo Cruz e Zélia Duncan! O ingresso deve ser retirado na bilheteria antes do show, a partir das 19h30, portando um documento de identificação com foto. O show começará às 21h. Qualquer dúvida, envie um e-mail para [email protected].

Serviço:

28 de maio – quarta-feira – às 21h
Local: Cine Theatro Brasil Vallourec
Endereço: Rua dos Carijós, nº. 258, Centro
Artista Convidado: Aline Calixto
Início do espetáculo: 21h

Hoje é dia de… Ivete

Como disse o compositor Geraldo Pereira, em um samba clássico da nossa música, “baiana é aquela que entra no samba de qualquer maneira, que mexe, remexe, dá nó nas cadeiras, deixando a moçada com água na boca”. Ivete Sangalo é dessas. Elétrica, de um vigor tão impressionante quanto sua voz, é um furacão que arrebata multidões por onde passa. Já ganhou o Prêmio da Música Brasileira cinco vezes (alternando entre melhor cantora nas categorias Regional, Canção Popular e Voto Popular). Participou da nossa festa em vários momentos, celebrou conosco, no palco, as obras de Baden Powell, Dominguinhos, Noel Rosa e João Bosco.

Ela não para, continua fazendo sucesso. E acelera. Porque hoje é dia de… Ivete. Um aniversário para ser comemorado com muita alegria por ela e por todos que admiram o seu talento. Axé!

Mestre sanfoneiro
Mestre sanfoneiro
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Nossa música estaria ainda mais alegre com a sanfona de Sivuca, que hoje faria 84 anos.

Para o povo brasileiro, a imagem que ficou deste artista singular, nascido em Itabaiana, na Paraíba, foi a do sanfoneiro. O primeiro instrumento foi um presente dado pelo pai quando ainda tinha 9 anos. Com ele iniciou sua trajetória na música e passeou com extraordinário talento por ritmos como forró, choro, frevo, samba, jazz e baião. Mas Sivuca era mais do que o mestre sanfoneiro que todos conheciam. Multi-instrumentista, compositor, arranjador e maestro, conquistou cinco vezes o Prêmio da Música Brasileira: como arranjador, solista e autor de melhor álbum.

Sua partida deixou nossa música mais triste. Mas hoje deve ter festa no Céu. E com um forró arretado.