Eu sei que vou te amar

Na turnê do Prêmio da Música Brasileira, em 2013, Adriana Calcanhotto reverenciou o maestro Tom Jobim e o amor que faz chorar a cada ausência ou despedida. A letra é de Vinícius de Moraes, nosso eterno poetinha.

É um dentre tantos momentos lindos da história do PMB. E fica aqui como nossa homenagem a Adriana e sua companheira de vida, a atriz e cineasta Suzana Moraes – filha de Vinícus.

Arte do encontro
Arte do encontro
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Um dos grandes prazeres proporcionados pelo Prêmio da Música Brasileira é o encontro, a combinação de talentos, a mistura capaz de criar algo novo e poderoso. Foi assim na edição que fez um tributo ao compositor Baden Powell, em 2005.

Sobre o palco, para celebrar o talento de um dos grandes nomes do violão brasileiro, seis extraordinários violonistas reunidos: Hélio Delmiro, Ulisses Rocha, Badi Assad, João Bosco, Marco Pereira, José Paulo Becker e Marcel Powell, filho do homenageado.

Na Lua, com pés no chão

Em 1994, o Prêmio da Música Brasileira avalizava o talento de um jovem rapper chamado Gabriel O Pensador e lhe concedia o troféu de Revelação na categoria Pop/Rock. Justo reconhecimento a um artista inquieto e criativo, que depois se lançou em uma bem-sucedida carreira paralela como escritor.

Cinco anos depois, em parceria com Lulu Santos, Gabriel faz um grande sucesso com “Astronauta”, canção em que mandava mensagem a um viajante do espaço e contava as notícias do que estava acontecendo em nosso planeta: “a vida por aqui tá difícil demais, (…) o negócio tá feio, tá todo mundo feito cego em tiroteio”.