Momentos para sempre

05 junho 2015,   By ,   0 Comments

A coluna de Zélia Duncan no jornal O Globo desta sexta-feira, 5 de junho, é um relato particular de sua relação com o Prêmio da Música Brasileira. Uma história que começou dentro de um avião da ponte aérea Rio-São Paulo, quando conheceu – de forma insólita – o idealizador da premiação, José Maurício Machline.

Durante alguns anos, lá na plateia, ela torceu pela vitória a cada indicação que recebia. Mas quis o destino que a primeira vitória viesse justamente no ano em que não compareceu – estava se apresentando com os Mutantes nos Estados Unidos.

De lá pra cá, Zélia já esteve no palco, na turnê e, desde o ano passado, transformou-se em outra mais uma vez: virou roteirista do espetáculo.

E a conclusão a que ela chega após tantos e inesquecíveis momentos é que ganhar é bom, mas ainda melhor é viver a experiência, curtir a festa e a simples indicação como finalista. E conhecer ou rever colegas, descobrir talentos e celebrar os grandes encontros que o Prêmio da Música proporciona. Como a apresentação de Cássia Eller, grávida, no Ano Ângela Maria e Cauby Peixoto; como o duelo de violões que homenageou Baden Powell, em 2005; ou o dos seis pianistas que celebraram a obra de Tom Jobim, em 2013; ou ainda o dueto dos portugueses Carminho e António Zambujo, naquele mesmo ano, e a presença forte da africana Angélique Kidjo, no ano passado.

Este ano, que celebra os 50 anos de carreira de Maria Bethânia, promete mais momentos para essa galeria.

Leia aqui a coluna de Zélia Duncan em O Globo.