O tempo voa
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Luiz Maurício Pragana dos Santos acaba de completar, no dia 4 de maio, 61 anos muito bem vividos. Boa parte deles sob o pseudônimo Lulu Santos, nome que tem alegrado a vida de um sem-número de pessoas desde a década de 1980.

Sim, nós sabemos que a sua carreira artística começou bem antes, mas foi a partir desse período que Lulu começou a se transformar em astro pop, dando vazão a um talento impressionante para criar canções saborosas, que caem no gosto do público e não saem jamais da memória.

Não foi por acaso que ele se tornou um dos homenageados do Prêmio da Música Brasileira (na 15ª edição, em 2004). Não é por acaso que ele faz sucesso há pelo menos 30 anos.

Que Lulu Santos continue a viver tudo que há pra viver.  🙂

Você vale ouro
Você vale ouro
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Cinco de maio é aniversário de Beth Carvalho, mulher de muitas andanças e coração verde e rosa, que pulsa forte como a bateria da Estação Primeira. Ela é a alma solidária que revela talentos como Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Dudu Nobre e Jorge Aragão. E que também briga pelas boas causas da vida e da profissão. Acima de tudo, é uma grande artista.

Passou pela bossa nova e pelo bloco carnavalesco Cacique de Ramos. Desfilou na passarela e nos maiores palcos do país. Conquistou seu lugar no altar das grandes intérpretes sem abrir mão de ser uma cantora essencialmente popular.

Saudade de Noel
Saudade de Noel
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O Poeta da Vila viveu pouco mais do que as bodas de prata que o Prêmio da Música Brasileira comemora neste ano. Noel Rosa partiu precocemente no dia 4 de maio de 1937, não chegou a completar seu vigésimo-sétimo aniversário. É incrível que tenha produzido tanto – e com tamanha qualidade – em tão pouco tempo. E inevitável imaginar o que poderia ter criado se o destino lhe permitisse.

Noel22

Noel foi nosso homenageado em 2011, mas será inevitável falar nele novamente agora, quando a nossa festa vai abraçar o samba. Setenta e sete anos após sua morte, os apitos da fábrica de tecidos, a conversa de botequim, as pastorinhas e o pierrô apaixonado ainda têm o seu lugar. Setenta e sete anos depois, o povo continua perguntando: “pra que mentir?” e “onde está a honestidade?”. 

Quase oitenta anos… e a gente lamenta e chora a nossa separação.