João Bosco e Hamilton de Holanda trazem genialidade para o Por Acaso no Rival

08 dezembro 2016,   By ,   0 Comments

Zé Maurício Machline iniciou este encontro com uma palavra que ele mesmo usa pouco e apenas quando tem certeza de que é adequada. O começo desse evento cunhou João Bosco e Hamilton de Holanda com um termo, sem dúvida, merecido por ambos: gênio.

A conversa entre os convidados e o anfitrião não começaria com outro assunto senão os instrumentos que Hamilton e João escolheram para si e o relacionamento sério que têm com eles. João Bosco celebra seu violão tradicional, companheiro inseparável e agradece ao avô por não ter lhe dado, em vez deste, um alaúde.

Com uma grandeza de talento, Hamilton de Holanda, por sua vez, escolheu um instrumento relativamente pequeno para o acompanhar: o bandolim. Mas será mesmo que Hamilton escolheu o bandolim ou foi o bandolim que o escolheu? Durante o bate-papo, o instrumentista conta um pouco sobre a pluralidade de opções que o rodeavam quando criança e como começou esse relacionamento com o instrumento, que é seu objeto de vazão musical.

De todas essas histórias nasceu um momento incomparável de compartilhamento de ideias, talentos, acontecimentos e eventos marcantes na vida de João Bosco e Hamilton de Holanda. Além, é claro, de muita música. Aproveite esse evento único, dê o play:

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4

Parte 5

O Por Acaso no Rival recebe, a cada semana, dois talentos de vanguarda da música brasileira em um local marcante para a arte no Brasil: o Teatro Rival, no Rio de Janeiro. Já passaram por aqui Zeca Pagodinho e Mariene de Castro, Gal Costa e Alice Caymmi, Lenine e Roberta Sá e Ney Matogrosso e Filipe Catto.